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terça-feira, 5 de abril de 2011

Leonard Cohen recebe prémio Glenn Gould




Leonard Cohen foi galardoado com o 9.º Prémio Glenn Gould, atribuído de dois em dois anos a artistas que contribuam para enriquecer a condição humana e representem os valores da inovação, inspiração e transformação.

O prémio é um tributo ao virtuosismo do pianista canadiano Glenn Gould (1932-1982) e à sua multifacetada contribuição para a cultura promovendo a ligação entre a excelência artística e a transformação social.

«Quero agradecer à Fundação Glenn Gould a sua simpatia. É uma grande honra, ainda mais doce devido ao meu amor pelo trabalho de Glenn Gould e pelo apreço colectivo pela sua presença revigorante e continuada no mundo da música e da imaginação», disse Leonard Cohen, de 76 anos, num depoimento escrito sobre o galardão, numa citação da agência Lusa.

O júri foi unânime na escolha de Leonard Cohen, considerando que as letras e músicas do compositor também ele canadiano transcendem a cultura local e tocam toda a humanidade sublinhando ainda o tom de voz pouco comum do músico, com a qual «conta histórias, expressa emoções e nos toca a alma».

Cohen foi distinguido de entre uma lista de candidatos internacionais nomeados pelo público e irá receber um prémio de 50.000 dólares canadianos (mais de 36.500 euros) e a possibilidade de escolher um jovem artista para apadrinhar, o qual receberá o Glenn Gould Protégé Prize, no valor de 15.000 dólares canadianos (11.000 euros).

Ambos receberão os prémios numa gala a realizar em Toronto, em data a anunciar, e os seus trabalhos serão difundidos em vários eventos a realizar ao longo deste ano. 

O júri que atribuiu o prémio integrava várias personalidades entre as quais o realizador de cinema e encenador de ópera Atom Egoyan (Canadá), o realizador britânico Stephen Fry e o pianista norte-americano Gary Graffman, entre outros.

O pianista Glenn Gould ficou conhecido pelas interpretações de temas de Johann Sebastian Bach. Ficaram famosas as suas gravações das Variações Goldberg que a crítica considerou um marco na música ocidental do século XX.

Entre os anteriores laureados com o prémio Glenn Gould, contam-se o venezuelano José António Abreu, fundador de El Sistema, o programa de educação musical para crianças e jovens, o maestro francês Pierre Boulez, o pianista de jazz canadiano Oscar Peterson e o violoncelista norte-americano Yo-Yo Ma.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

ÚLTIMA HORA - PEDRO ABRUNHOSA É PRESO APÓS UMA NOITE DE LOUCURA

Pedro Abrunhosa foi preso na última madrugada após ter sido encontrado a explorar duas prostitutas e ter sido encontrado dentro do seu carro com 5gramas de cocaína, Pedro Abrunhosa acabou por ir passar uma noite à esquadra da freguesia de Paranhos na cidade Invicta.

O cantor nortenho, acabou por sair por volta das 6 da manha após uma fiança de 45 mil euros, sendo que agora poderá esperar por julgamento em liberdade condicional.

Pode-se afirmar, que definitivamente Pedro Abrunhosa, "foi fazer o que ainda não foi feito!"

Esta notícia, será brevemente actualizada com mais pormenores.







* APÓS CONFIRMAÇÃO DA DATA - A R@DIO HIPPIE 4 EVER VEM DIVULGAR QUE HOJE É O DIA 1 DE ABRIL! A TODOS PEDIMOS MUITAS DESCULPAS!

quinta-feira, 31 de março de 2011

MÚSICA - CARIDADE JAPÃO




Depois dos esforços individuais de algumas celebridades como Lady Gaga, Mark Hoppus do Blink-182 e Iron Maiden, agora outros artistas juntarão forças para apoiar o Japão na sua recuperação.

A gravadora Universal Music está reunindo vários nomes da música para angariar fundos para o país asiático.

A ideia é compilar em um álbum digital, grandes sucessos do pop e destinar os lucros para a cruz vermelha. "Nós iremos distribuir o disco somente em versão digital por ser mais rápido e para fazer um lançamento mundial. O plano é disponibilizá-lo ainda esta semana" declarou um porta-voz da gravadora.

As faixas do disco ainda estão sendo definidas, já que a Universal está tentando unir mais artistas dispostos a liberar seus direitos autorais para a causa e maximizar os lucros. Já estão confirmados Justin Bieber, Nicki Minaj, Rihanna, U2 e Bon Jovi. Lady Gaga também está sendo cotada porém ainda não está confirmada.

A tracklist oficial desta compilação deverá ser anunciada em breve.

quarta-feira, 30 de março de 2011

R@DIO HIPPIE 4 EVER

É COM MUITO GOSTO QUE A R@DIO HIPPIE 4 EVER INFORMA QUE HOJE CHEGOU AOS 1000 VISITANTES.

ESTÁ RÁDIO CONTINUARÁ A CRESCER POR SI!

UM MUITO OBRIGADO A TODOS OS VISITANTES!

PARABÉNS ERIC

Eric Clapton, um dos mais influentes guitarristas do rock, comemora esta quarta feira 66 anos.




Nos anos 60, a pichação Eric Is Godsurgiu em uma parede situada em Londres. Ela marcava a forte impressão que um certo jovem chamado Eric Clapton causou no meio musical daquela época. E as coisas só cresceram nesses anos todos.
Nascido em Surrey, Inglaterra, no dia 30 de março de 1945, Clapton começou a tocar guitarra de forma tardia, na adolescência. Mas aprendeu rapidinho, pois com 18 anos já era bastante badalado em Londres.
Sua primeira banda bem-sucedida foi o The Yardbirds, que ele integrou entre 1963 e 1965. O grupo fez sucesso, mas ele preferiu sair, dando lugar a Jeff Beck. O músico foi tocar com o blueseiro John Mayall, com quem gravou um disco.
Em 1966, montou o grupo Cream ao lado de outros músicos bastante badalados na Londres de então: o baixista e vocalista Jack Bruce e o baterista Ginger Baker. Em menos de três anos, eles se tornaram uma das mais míticas formações da história do rock.
Sua versão pesada para blues, psicodelismo e rock ajudou a pavimentar o que depois viria a ser chamado de heavy metal, com direito a solos vigorosos e grande competição entre os músicos. No final de 1968, após grande show de despedida no Royal Albert Hall (Londres), o grupo já era.
Clapton tentou outro supergrupo em 1969, o Blind Faith, que lançou um único (e excelente) álbum e do qual faziam parte ele, Ginger Baker, Steve Winwood e Rick Grech.
O primeiro trabalho solo desse mestre da guitarra, autointitulado, saiu em 1970. Problemas sérios com drogas quase o tornaram mais um dos grandes astros do rock a morrer jovem demais. Felizmente, isso não ocorreu.
Durante os anos 70 e 80, Eric Clapton se firmou na carreira individual, investindo em boas canções sempre centradas em rock, blues, country e uma pitada de soul e black music.
Não faltaram sucessos: Lay Down SallyCocaineAfter MidnightLaylaI Can't Stand ItTearin' Us Appart(dueto com Tina Turner), Bad LovePretending... Além de grande guitarrista, ele também se revelou ótimo cantor compositor.
Em 1992, conseguiu seu maior sucesso comercial graças ao álbum Unplugged MTV, que atingiu o número um na parada americana e lhe rendeu vários troféus Grammy.
Clapton esteve no Brasil para shows em outubro de 1990 e outubro de 2001, com ótima repercussão perante público e crítica especializada. Seu trabalho mais recente é Live At The Madison Square Garden, em dupla com o ex-colega de Blind Faith Steve Winwood.
Ele gravou vários trabalhos em parceria com amigos, entre os quais J.J. Cale e George Harrison. Em 2004, prestou belíssima homenagem a seu grande ídolo no blues, Robert Johnson, com o CD/DVD Me and Mr. Johnson - Sessions For Robert J. .