| Ukulele Songs , segundo disco a solo de Eddie Vedder, chega em breve às lojas. Conheça aqui mais uma música, versão de um original dos Pearl Jam. | |
| O novo disco a solo de Eddie Vedder, Ukulele Songs , já tem mais uma faixa conhecida. Ouça aqui "Can't Keep", versão de uma música dos Pearl Jam: O álbum sai a 31 de maio, pela editora dos Pearl Jam, a Monkeywrench Records, e apresenta 16 canções (originais e versões) tocados com um ukulele, como o título indica.
No mesmo dia chega às lojas o DVD ao vivo Water on the Road , com os concertos que Eddie Vedder deu em Washington em 2008. O DVD foi co-realizado pelo baterista dos Fugazi, Brendan Canty, e também inclui músicas dos Pearl Jam. Veja aqui o alinhamento do disco e do DVD a solo de Eddie Vedder: Ukulele Songs : 01 Can't Keep 02 Sleeping by Myself 03 Without You 04 More Than You Know 05 Goodbye 06 Broken Heart 07 Satellite 08 Longing to Belong 09 Hey Fahkah 10 You're True 11 Light Today 12 Sleepless Nights (com Glen Hansard) 13 Once in Awhile 14 Waving Palms 15 Tonight You Belong to Me (com Cat Power) 16 Dream a Little Dream Water on the Road : 01 The Canyon 02 Sometimes 03 Trouble 04 Around the Bend 05 Girl From the North Country 06 Guaranteed 07 Setting Forth 08 Far Behind 09 No Ceiling 10 Rise 11 Golden State 12 Society 13 Forever Young 14 Ed Piano (Instrumental) 15 I'm Open 16 Man of the Hour 17 Driftin' 18 No More 19 You're True 20 Ukulele Interlude (Instrumental) 21 Unthought Known 22 Arc 23 Hard Sun 24 The Canyon (Reprise) Noticia in Blitz |
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
Eddie Vedder a caminho
terça-feira, 17 de maio de 2011
Brian Wilson: "Estou a considerar juntar os Beach Boys"
| Músico norte-americano diz que poderá juntar-se aos ex-colegas para celebrar o 50ª aniversário da banda, que se completa este ano. |
Brian Wilson abriu a porta a uma reunião dos Beach Boys. Em entrevista à BBC, o músico norte-americano disse: "Estou a considerar juntar os Beach Boys. Ainda não sei mas estou a considerar essa hipótese. Não há nada que me impeça, para dizer a verdade. Apenas não sei se quero estar com aqueles gajos. Eles são uns brincalhões. São loucos". Os Beach Boys juntaram-se em 1961, ou seja, completam este ano 50 anos de existência. Caso Wilson se junte a Mike Love e Al Jardine, esta será a primeira vez que os elementos vivos dos Beach Boys (Dennis Wilson faleceu em 1983 e Carl Wilson em 1998) tocam juntos em quase 20 anos. Wilson (de 68 anos), que continua a manter uma carreira a solo, disse na semana passada que tenciona afastar-se das atuações ao vivo em 2012. |
sábado, 14 de maio de 2011
PARABENS R@DIO HIPPIE 4EVER - VAMOS AO MARÉS VIVAS!!!
A R@DIO HIPPIE 4EVER ESTÁ DE PARABENS MAIS UMA VEZ!!!
CHEGAMOS ÀS 2000 VISITAS!!!
PARA COMEMORAR ESTA DATA FESTIVA A R@DIO HIPPIE4EVER ESTÁ A OFERECER UM BILHETE PARA O FESTIVAL MARÉS VIVAS.
ESCREVE O MELHOR COMENTÁRIO A ESTA MENSAGEM EM QUE INCLUI O NOME, LOCALIDADE E FRASE! DEVES SER CRIATIVO E APELATIVO!!!
VAMOS TODOS AO FESTIVAL MARÉS VIVAS!!!
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
MÚSICA DE FESTIVAIS - MARIA RITA
COOL JAZZ FEST 2011
MARIA RITA - NÃO DEIXE O SAMBA MORRER
DIA 20 DE JULHO, NÃO PERCA!!!
MARIA RITA - NÃO DEIXE O SAMBA MORRER
DIA 20 DE JULHO, NÃO PERCA!!!
domingo, 8 de maio de 2011
QUEM SÃO OS GORILLAZ?
Gorillaz foi a primeira banda virtual a existir no mercado músical, uma “banda de desenhos animados” formada por personagens insanos. Seus componentes surreais são os loucos 2D no vocal e no teclado, Murdoc no baixo, Noodle na guitarra e Russel na bateria. Os cabeças por trás da banda são Damon Albarn (que coordena a banda e trabalha com a parte musical), e Jamie Hewllet ( que desenha os personages e trabalha com as partes de imagens, design e vídeo). De estilo variado, o Gorillaz produz músicas que vão desde o Rap, Trip hop, Hip-Hop, Punk, Ska, até um pouco de Heavy Metal. Definitivamente, possuem seu próprio estilo, difícil de ser classificado.
Numa entrevista à MTV americana, Damon Albarn, líder e vocalista da banda inglesa Blur, afirmou que gostar de cartoons é bem mais fácil do que gostar de pessoas reais. Jamie Hewlett, cartunista criador da “Tank Girl” (HQ pouco divulgada no Brasil), que compartilhou essa mesma entrevista com Damon Albarn, mostrou possuir a mesma opinião. E acrescentou: “Personagens como o Pato Donald e o Pernalonga estão por aí há cinqüenta anos, e toda vez que os vejo na TV, é como se assistisse a velhos amigos. Tem alguma coisa nos cartoons… Eles podem ser tão rudes e ultrajantes quanto quiserem, mas você sempre irá gostar deles. A mesma coisa não se aplica a pessoas reais”.
A idéia era essa: uma banda adorável, formada por cartoons cativantes, com um visual agradável e o mínimo de escrúpulos possíveis. O produtor de hip-hop “Dan The Automator”, junto com Damon Albarn e Jamie Hellwet, completa o trio-cabeça responsável pelo enorme sucesso da banda-cartoon “Gorillaz”.
O projeto Gorillaz surgiu devido a uma das famosas escapulidas de Damon Albarn, declaradamente “um músico engajado sempre em busca de novas musicalidades”. É também seu projeto mais bem sucedido – em termos de popularidade – até agora. Foi associando-se a Dan “The Automator” que Albarn começou a esboçar o Gorillaz. Dan é o grande responsável pela batida hip-hop predominante nas músicas da banda virtual, que também incorpora elementos de jazz, dance-music, techno e, claro, brit pop, numa mistura única que Damon e Dan apelidaram de “zoombie-hip-hop”.
Os músicos adicionais da formação fixa do Gorillaz são o rapper “Del Tha Funky Homosapien” e a ex-baixista do Talking Heads “Tina Weymouth”. Além disso, participaram da gravação do primeiro disco da banda (o auto-intitulado “Gorillaz”) Ibrahim Ferrer (do Buena Vista Social Club!!) e Miho Hatori (da banda do Cibo Matto).
O primeiro CD, lançado no começo de 2001, estourou nas paradas mundiais com o hit Clint Eastwood. O sucesso da música e do videoclipe foram tão grandes que logo surgiram os inevitáveis boatos de que o Gorillaz estaria condenado a se tornar uma típica banda one-hit-wonder. Porém, desde o começo, Damon insistiu que este tipo de comentário não se aplicava a eles, dizendo que o som de sua banda virtual era muito complexo, e que só este primeiro disco dava margem para mais de cinco grandes hits. Pelo menos em parte ele tinha razão. O sucesso das outras músicas do grupo foi surgindo à medida que os novos videoclipes foram sendo lançados.
Os videoclipes, os shows com telão mostrando os cartoons, o website e os projetos de filmes com os personagens da banda virtual são de fato o grande atrativo do Gorillaz. Jamie Hewlett tem supervisionado a criação de cada detalhe da parte visual do Gorillaz, e além de ter sido o criador dos personagens (leia sobre a personalidade de cada um no final deste texto), foi o grande idealizador do website e dos videoclipes. Os personagens que compõem a banda virtual são: 2D, Noodle, Russel e Murdoc.
Apesar da discreta semelhança e do fato dos vocais ficarem por conta de “2D” e “Russel”, Dan e Damon desmentem qualquer possibilidade de os cartoons serem seus alter-egos. Numa outra entrevista à MTV, Damon disse: “(…)mas (os personagens) não são alter-egos, entende? Muitas pessoas que conhecem o Gorillaz na América nem ao menos sabem quem somos nós, os músicos de carne e osso.”
No começo de 2002 foi lançado nos EUA um novo disco do Gorillaz, o “G-Sides”, com versões remixadas das músicas do primeiro CD. Este também está sendo um enorme sucesso de vendas, e a banda virtual de Damon, Dan e Hewllet está ficando mais pop a cada dia.
Em 2010 atingiram valores insuperáveis nas redes sociais com o lançamento do novo cd. Passaram a ser a banda mais popular de sempre no youtube a mais procurada no MySpace.
Atualmente estão em negociação para a produção de um longa metragem que deverá ser dirigido por ninguém menos que o mago do cinemão americano Steven Spielberg!
Nada mal para um obscuro cartunista, um médio-produtor de hip hop e um ambicioso popstar inglês que costumava direcionar suas “ousadias” musicais na composição de trilhas sonoras de pequenos filmes independentes.

quarta-feira, 4 de maio de 2011
Ariana Calcanhoto - O QUE AI VEM!
Com três concertos agendados em Portugal durante este mês, Adriana Calcanhotto traz na bagagem um novo álbum nascido e criado no samba, um estilo musical que tem crescido dentro da cantora brasileira ao longo da sua carreira.
«O samba é uma coisa que tem ficado mais forte e mais explícita. E este disco mostra isso (...), o samba permeia tudo. Ou está nos arranjos, na génese das composições ou em citações nas letras», contou Adriana em entrevista ao IOL Música.
«Ele está sempre presente, de um jeito ou de outro. [O samba] é uma das coisas mais sólidas e importantes na minha formação [musical]», acrescentou.
«O Micróbio do Samba» é composto por 12 novas canções e o seu título foi inspirado no músico gaúcho Lupicínio Rodrigues, que em criança foi expulso de uma escola por constantemente «batucar» sambas durante as aulas.
«Ele dizia com muito orgulho: "Veja que desde pequeno trazia comigo o micróbio do samba. E quanto mais velho eu fico, mais ele se apega a mim e menos quer me abandonar". Quando eu li isso falei: "Temos um disco!"», explicou.
O Centro Cultural de Belém recebe Adriana esta sexta-feira e sábado, enquanto que o concerto na Casa da Música acontece no dia 9 de Maio. Estas serão as únicas apresentações oficiais de «O Micróbio do Samba» uma vez que a cantora está impedida de tocar violão devido a um quisto no tendão do pulso direito.
«[O problema] impossibilita justamente o movimento de tocar violão. Dói para tocar, então eu não o posso fazer. Mas, ao mesmo tempo, não consigo ver o Davi [Moraes] todas as noites a tocar as canções que eu escrevi e gravei no violão. Isso eu não vou aguentar», desabafou a cantora.
Os concertos em Portugal vão incluir os novos temas de «O Micróbio do Samba», mas também «alguns sambas muito importantes» para Adriana: «[São] sambas sem os quais eu nunca teria feito canções e muito menos este disco, [sambas] que conversam muito com este disco».
Apaixonada por Portugal, país que a «inspira e provoca», Adriana Calcanhotto aproveita, sempre que pode, para voltar a visitar os seus locais de eleição. Em Lisboa, a cantora tem já um destino de passagem quase obrigatória.
«Adoro o Oceanário, acho aquilo incrível porque é uma coisa entre o mar físico e os peixes, alguns deles com uma cara de predadores. É uma sensação incrível estar cara a cara com os tubarões. Gosto muito de lá voltar, (...) é um lugar especial.»
in IOL MÚSICA
Adriana Calcanhoto na Antena 1
«O samba é uma coisa que tem ficado mais forte e mais explícita. E este disco mostra isso (...), o samba permeia tudo. Ou está nos arranjos, na génese das composições ou em citações nas letras», contou Adriana em entrevista ao IOL Música.
«Ele está sempre presente, de um jeito ou de outro. [O samba] é uma das coisas mais sólidas e importantes na minha formação [musical]», acrescentou.
«O Micróbio do Samba» é composto por 12 novas canções e o seu título foi inspirado no músico gaúcho Lupicínio Rodrigues, que em criança foi expulso de uma escola por constantemente «batucar» sambas durante as aulas.
«Ele dizia com muito orgulho: "Veja que desde pequeno trazia comigo o micróbio do samba. E quanto mais velho eu fico, mais ele se apega a mim e menos quer me abandonar". Quando eu li isso falei: "Temos um disco!"», explicou.
O Centro Cultural de Belém recebe Adriana esta sexta-feira e sábado, enquanto que o concerto na Casa da Música acontece no dia 9 de Maio. Estas serão as únicas apresentações oficiais de «O Micróbio do Samba» uma vez que a cantora está impedida de tocar violão devido a um quisto no tendão do pulso direito.
«[O problema] impossibilita justamente o movimento de tocar violão. Dói para tocar, então eu não o posso fazer. Mas, ao mesmo tempo, não consigo ver o Davi [Moraes] todas as noites a tocar as canções que eu escrevi e gravei no violão. Isso eu não vou aguentar», desabafou a cantora.
Os concertos em Portugal vão incluir os novos temas de «O Micróbio do Samba», mas também «alguns sambas muito importantes» para Adriana: «[São] sambas sem os quais eu nunca teria feito canções e muito menos este disco, [sambas] que conversam muito com este disco».
Apaixonada por Portugal, país que a «inspira e provoca», Adriana Calcanhotto aproveita, sempre que pode, para voltar a visitar os seus locais de eleição. Em Lisboa, a cantora tem já um destino de passagem quase obrigatória.
«Adoro o Oceanário, acho aquilo incrível porque é uma coisa entre o mar físico e os peixes, alguns deles com uma cara de predadores. É uma sensação incrível estar cara a cara com os tubarões. Gosto muito de lá voltar, (...) é um lugar especial.»
in IOL MÚSICA
Adriana Calcanhoto na Antena 1
domingo, 1 de maio de 2011
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